Obesidade e Sobrepeso: Entenda os Riscos para a sua Saúde

3/3/20262 min read

Você sabia que a obesidade já era estudada na Grécia Antiga?
E sabe o que mudou de 2.000 anos atrás para hoje?

A nossa capacidade de tratar essa condição.

Por isso, a preocupação com o excesso de peso não é um tema moderno. Hoje vivemos uma epidemia global que exige um olhar técnico e, acima de tudo, humano.

O que define Sobrepeso e Obesidade?

Para a medicina, o diagnóstico começa com uma medida padrão: o Índice de Massa Corporal (IMC). Ele é calculado dividindo o seu peso (em quilogramas) pela sua altura ao quadrado (em metros).

Embora o IMC não meça a composição exata de gordura e músculo (isso é uma desvantagem do seu uso!), ele é uma ferramenta fundamental para categorizar faixas de risco:

- Sobrepeso: Definido por um IMC entre 25 e 29,9 kg/m².

- Obesidade: Diagnosticada quando o IMC é ≥ 30 kg/m². À medida que esses números sobem, os riscos metabólicos aumentam proporcionalmente e o grau de obesidade (1, 2 e 3) também.

Mas o IMC, por si, não determina tudo.
O IMC é um ponto de partida, mas em consulta avaliamos outros fatores, como a circunferência abdominal e a saúde metabólica total.

Por que tratar?

A obesidade não é apenas uma questão de números na balança ou meramente 'estética', ela é uma doença inflamatória crônica. O acúmulo de tecido adiposo está diretamente ligado ao surgimento de diversas patologias graves, como:

  • Diabetes Tipo 2 e Resistência à Insulina;

  • Hipertensão Arterial;

  • Doenças Cardiovasculares;

  • Apneia Obstrutiva do Sono;

  • Neoplasias (Cânceres);

  • Sobrecarga articular e redução da mobilidade.

E o tratamento?

Como já dito anteriormente, a obesidade é uma doença crônica.

Ninguém dorme com 70 quilos e acorda com 120 quilos.
Isso é construído através de meses e anos (e anos) de um metabolismo que se adaptou a um ambiente desfavorável. Só por isso, já é simples dizer que: a obesidade também não será tratada de um dia para o outro. É necessário que você e seu corpo reaprendam o que é 'ser saudável'.

É importante reforçar: o tratamento medicamentoso não é a solução definitiva. Ele é uma ferramenta, um apoio poderoso que podemos utilizar no processo para emagrecimento, mas que, isoladamente, não opera milagres.

O sucesso sustentável exige uma construção sólida e um olhar individualizado sobre:

  • Alimentação saudável;

  • Atividade física regular;

  • Sono de qualidade;

  • Acompanhamento com nutricionista

  • Acompanhamento com psicologia

  • Medicamentos potencializadores

Hoje temos a nossa disposição diversos tratamentos modernos.
A escolha deles é rigorosamente individualizada, respeitando a clínica do paciente, as indicações e contraindicações, os objetivos e o bem-estar do paciente.

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Vamos dar o primeiro passo juntos?

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